Sou uma designer gráfica e de web que se envolveu em mais de 150 projetos nos últimos oito anos. Meu trabalho é dar vida às idéias.

 

O processo criativo envolve pesquisa, planejamento, intuição e imaginação.

Pesquisa em profundidade para sentir a atmosfera do cliente.

Tudo começa com uma extensa pesquisa do perfil e das necessidades do cliente. Objetivo: aprender o máximo possível sobre a empresa antes de sequer abrir o primeiro arquivo no Photoshop:

Entender a fundo o business da empresa é essencial para fazer design de qualidade, que efetivamente atinja objetivos de negócios.

Entre a razão e a intuição.

Em todo e qualquer trabalho é preciso buscar o equilíbrio entre a visão racional do negócio e a sensibilidade e a intuição do design, com base em observações e percepções sobre cada cliente.

Muitas vezes, o que as pessoas não dizem é tão ou mais importante do que o que elas dizem.

Às vezes um quadro na parede da sala de reunião me diz muito mais sobre a empresa do que a sua comunicação visual.

A chave para produzir design eficiente é permanecer conectado à linguagem não-verbal.

Só após observar muito o cliente é possível compreender a essência do trabalho que precisa ser desenvolvido e transformá-lo em imagens e texto. A síntese racional vem depois da percepção intuitiva.

A criatividade desabrocha com a limitação.

Criatividade é a habilidade de criar e transformar algo frente a obstáculos e limitações. Aí é que as idéias criativas florescem. Porém, este é um trabalho voltado para os negócios e não deve ser confundido com arte: o briefing é fundamental para a criação.

A criação não começa numa página em branco, mas em um briefing estruturado, constantemente perseguido ao questionar os clientes sobre quem são e o que fazem.

Da imaginação para o nível tangível.

Meu trabalho é comunicar verbal e não-verbalmente o negócio do cliente para o seu público. É uma grande responsabilidade criar algo que fala por outrem. Por isso, é preciso ter engajamento e comprometimento com a qualidade de todo trabalho.

Recolho as idéias esparsas da imaginação e as levo para a consciência, cultivo-as, as transformo e lhes dou forma de design.

 

Sinto-me prazerosamente desafiada quando preciso libertar idéias, dar-lhes nomes, formas e identidades, para trazê-las para o mundo real e lhes dar vida.

Interagir com pessoas.

O propósito da minha vida é interagir com pessoas. Gosto de gente. Quero me comunicar, estabelecer compreensão mútua, criar relações significativas - profundas ou superficiais, de curta ou longa duração.

Quero me comunicar de forma clara e simples, e estabelecer uma relação significativa com as pessoas.

Atingir resultados nos negócios do cliente.

"Não sou artista, sou designer". Em qualquer trabalho, sempre tenho em mente que o design deve cumprir os objetivos de negócio do cliente, e não ser apenas bonito.

Todo cliente tem necessidades específicas que devem ser alcançadas, e o design deve trabalhar para elas. Tudo deve ter um motivo de ser: das cores aos formatos dos materiais.

O trabalho é orientado para o business e totalmente integrado aos esforços e necessidades de comunicação do cliente.

Buscar soluções perfeitas sob medida.

A abordagem dos problemas e o processo criativo usualmente seguem um padrão, mas cada empresa demanda uma solução única e específica que funcione para ela. Empresas são diferentes e têm necessidades diferentes.

Soluções sob medida são as que melhor captam a essência das coisas e as traduzem para a linguagem que for. Neste caso, o design.

Meu trabalho é "ler a mente" do cliente e fornecer soluções visuais consistentes que melhor se encaixem em sua necessidade.

Conheça os trabalhos que acredito ter aplicado esse método com sucesso.
[O que, ainda bem, parece ter sido cada vez mais freqüente ao longo dos anos.]

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